quarta-feira, 16 de novembro de 2011



"Homem tem medo de mulher independente!
Pior ainda, homem tem medo de mulher que BOMBA!
Aí o cara.. conhece uma gata, linda e com estilo nada convencional de se vestir. Bebe tanto quanto ele..
Se ele não quiser sair, ela sai só com as amigas. Topa qualquer saída.
Não tem tempo ruim, banca suas coisas. Se tiver meio sem grana, se diverte como dá.
Se tiver bem de dinheiro, pode até pagar pras amigas. Conversa com todo mundo, conhece muita gente. Falando assim, parece bem divertido ficar com uma mulher dessa.E é!
O PROBLEMA É QUE GRANDE PARTE DOS HOMENS NÃO SEGURA A ONDA DE UMA MULHER PAU-A-PAU COM ELES, aí eles namoram a Sandy, a Sandy é fácil de namorar. Ela sai, mas não dança até o chão. Ela não bebe. Nada de decotes ou mini saias. Se o namorado não quiser, ela não sai. Ficam em casa, assistindo comédias românticas.
Mas quer saber? Mulher que bomba dispensa homem sem coragem!
Mulher de verdade assusta!
Uma grande mulher não precisa de homem para se destacar..
Mas para ser um grande homem com certeza precisa-se de uma GRANDE MULHER".
(Tati Bernardi)

sábado, 5 de novembro de 2011

Reflexões

Sabe aquele dia dia que você para e pensa em vários textos pra postar no seu blog ou em qualquer outro lugar, mas ,no fundo, você não termina nenhum deles e fica sem postar?
Pois bem, ultimamente estou andando assim. Penso em vários textos, que até então classifico como bons para serem postados e, por falta de "fim", não posto nada.
É por isso que hoje estou aqui. Para falar de todas essas baboseiras que me pego refletindo por aí, e que se alguém pudesse me escutar, com certeza me acharia muuuuicho loouca!
Simplesmente olho ao meu redor e sinto como se o meu lugar não fosse ali. É estranho. Convivo naquele ambiente a mais de 2 anos e com as mesmas pessoas. É praticamente igual aos outros lugares em que passei momentos bem semelhantes. Estamos ali para as mesmas coisas. Todos com seu caderninho, livro, lápis, borracha, caneta, enfim, somos todos iguais e mesmo assim não me sinto à vontade. É como se eu viesse de outro mundo. Eu não pertenço àquele lugar. Definitivamente não!
Sim meus caros. Estou falando de maluquices minhas, que podem ser maluquices de vocês mesmos. Ou alguém aí vai dizer que nunca sentiu que não estava no lugar certo e que, de alguma forma, você não fazia parte daquele ambiente?
À qual lugar me refiro na pequena introdução do 4º parágrafo? À minha 'humilde' sala de aula. Às vezes me encontro pensando que eu não deveria estar ali. As pessoas que estão à minha volta não me dão sensações diferentes. Elas não fazem o lugar parecer nem mais, nem menos ''meu''. São simplesmente ignoradas pelo meu Eu que insiste em me mostrar que o meu lugar não é ali.
É então que pego minhas 'trouxinhas' e parto pro fundo da sala. Bem lá naquele cantinho. É que dali, posso exercer o meu lado observadora que prefere ficar isolada em um canto só olhando os movimentos alheios.
Assim me sinto mais leve, melhor. Me sinto verdadeiramente EU! É aí que percebo, mais ainda, que o meu lugar não é ali. Desperto desse momento de reflexão e começo à prestar atenção na aula, afinal, estou ali para isso !